No mundo actual, onde vigoram as crises a violência e as pesquisas dizem que 19% da população mundial sofre de depressão, é possível ser feliz? Manoel Carlos acredita que sim e pretende prová-lo em “Viver a vida“, que hoje estreia na SIC.
Segundo o autor brasileiro, esta é uma novela que falará de superação. Superação de problemas e dificuldades. “Não existe beco sem saída”, explica “Maneco”; como é carinhosamente chamado pelo elenco e realizadores.
“Acredito plenamente que as pessoas nascem para serem felizes. A felicidade é uma vocação do ser humano”, afirma o autor, que usará a modelo “Luciana” (personagem vivida por Alinne Moraes), que fica paraplégica logo no início da trama, como um dos exemplos da superação de dificuldades.
A personagem é amiga da protagonista que, mais uma vez, se chamará “Helena”. E ao contrário do que tem sido habitual, a personagem de Taís Araújo é negra e está na casa dos 30 anos.
“Sempre pensei em criar uma Helena mais jovem, bonita, bem sucedida no amor e na profissão, mas sentindo-se incompleta. Por obra do acaso, vê-se envolvida com um homem mais velho – ‘Marcos’, interpretado por José Mayer -, divorciado, que vai lhe dar a felicidade desejada à custa de muita luta e sofrimento. E era um desejo antigo escrever um papel para Taís Araújo. Achei que a possibilidade estava nesta história”, revela Manoel Carlos.
“É uma delícia fazer esta personagem que tem tantos conflitos e, ao mesmo tempo, é mais madura do que eu; apesar de termos a mesma idade”, confessa Taís Araújo.
Realizada por Jayme Monjardim, a novela que a estação de Carnaxide coloca no ar por volta das 22 horas, conta ainda no elenco com nomes como Thiago Lacerda, Natália do Vale, Lillia Cabral e Giovanna Antonelli.
“Não introduzi muitas novidades no meu trabalho. Trato do quotidiano, das pessoas, das relações familiares. Não existe uma história central absoluta”, conclui Manoel Carlos.
Segundo o autor brasileiro, esta é uma novela que falará de superação. Superação de problemas e dificuldades. “Não existe beco sem saída”, explica “Maneco”; como é carinhosamente chamado pelo elenco e realizadores.
“Acredito plenamente que as pessoas nascem para serem felizes. A felicidade é uma vocação do ser humano”, afirma o autor, que usará a modelo “Luciana” (personagem vivida por Alinne Moraes), que fica paraplégica logo no início da trama, como um dos exemplos da superação de dificuldades.
A personagem é amiga da protagonista que, mais uma vez, se chamará “Helena”. E ao contrário do que tem sido habitual, a personagem de Taís Araújo é negra e está na casa dos 30 anos.
“Sempre pensei em criar uma Helena mais jovem, bonita, bem sucedida no amor e na profissão, mas sentindo-se incompleta. Por obra do acaso, vê-se envolvida com um homem mais velho – ‘Marcos’, interpretado por José Mayer -, divorciado, que vai lhe dar a felicidade desejada à custa de muita luta e sofrimento. E era um desejo antigo escrever um papel para Taís Araújo. Achei que a possibilidade estava nesta história”, revela Manoel Carlos.
“É uma delícia fazer esta personagem que tem tantos conflitos e, ao mesmo tempo, é mais madura do que eu; apesar de termos a mesma idade”, confessa Taís Araújo.
Realizada por Jayme Monjardim, a novela que a estação de Carnaxide coloca no ar por volta das 22 horas, conta ainda no elenco com nomes como Thiago Lacerda, Natália do Vale, Lillia Cabral e Giovanna Antonelli.
“Não introduzi muitas novidades no meu trabalho. Trato do quotidiano, das pessoas, das relações familiares. Não existe uma história central absoluta”, conclui Manoel Carlos.
