Hoje no Jornal da Noite
Aniki-bóbó era a fórmula mágica que as crianças usavam, há muitos anos, para dividir os grupos quando brincavam aos polícias e ladrões. A lengalenga vai ficar para sempre ligada ao universo do cineasta Manoel de Oliveira. Aniki-bóbó foi a primeira longa-metragem do realizador portuense.
O filme, que marcou o cinema português, estreou em 1942. Fala de amizade, de ciúme e de amor. A estória tem como protagonistas um grupo de crianças, entre elas, o “Carlitos” e a “Teresinha”. “Carlitos” gostava de “Teresinha” e rouba uma boneca para lhe oferecer. No ‘Perdidos e Achados’, desta semana, fomos à procura do “Carlitos” e da “Teresinha”, o casal de miúdos que ficou famoso.
Passaram 70 anos…o que será feito deles?
Jornalista – Patrícia Mouzinho
Imagem – Franco Santos
Edição – Andrés Gutierrez
Produção: Madalena Durão e Diana Matias
Coordenação: Sofia Pinto Coelho
Direção: Alcides Vieira
